terça-feira, 10 de junho de 2014

Conheça 10 curiosidades sobre o exoesqueleto do Projeto Andar de Novo

Em 12 de junho, a abertura da Copa do Mundo do Brasil exibirá mais um avanço tecnológico para a acessibilidade. Está previsto que uma pessoa paraplégica vista uma roupa robótica e a controle com a mente enquanto tenta se levantar da cadeira de rodas e dar alguns passos pelo campo.

A tecnologia é chamada de exoesqueleto e foi desenvolvida pelo projeto Andar de Novo (Walk Again), coordenado pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis. Se as previsões divulgadas derem certo, um paciente adulto vai caminhar no Itaquerão momentos antes da partida inicial entre Brasil e Croácia. 
Essa pessoa também poderá dar o primeiro chute da competição.
A partir de uma entrevista recente de Nicolelis à BBC e postagens no Facebook do pesquisador, reunimos uma lista de dez características do exoesqueleto:

1) O projeto Andar de Novo realiza testes com oito pacientes adultos com idade entre 20 e 35 anos. Um deles poderá ser escolhido para usar o exoesqueleto na abertura da Copa.

2) O equipamento é controlado por atividades do cérebro do paciente, que também recebe sinais sensoriais da máquina.

3) O paciente usará um capacete que vai transmitir os sinais do cérebro para um computador guardado em uma mochila. O computador, por sua vez, vai dar comando para pistões hidráulicos responsáveis pelo movimento das pernas mecânicas.

4) O exoesqueleto usa uma bateria com autonomia de até 2 horas.

5) Um sensor na parte externa da roupa robótica vai captar o ambiente ao redor de forma parecida a de um ser humano.

6) Existirão sensores de pressão, temperatura e de vibração. Mas não se sabe ainda se a pessoa vai sentir todos esses dados.

7) Ao tocar o chão, o exoesqueleto aciona um vibrador conectado ao braço do paciente. A ideia é que o cérebro associe essas vibrações ao movimento das pernas para que a pessoa volte a ter impressão de sentir as suas pernas, dando comandos para andar ao equipamento.

8) O material do exoesqueleto está sendo construído em diferentes países com materiais feitos em impressoras 3D, plástico resistente, metais e alumínio. O protótipo pesa cerca de 70 kg.
 
9) As pesquisas do exoesqueleto são realizadas no Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN) e na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, onde Nicolellis trabalha com ajuda de financiamento externos.

10) Outros pesquisadores de neurociência criticam o projeto ou preferem não analisá-lo. Entre as críticas, citam que o excesso de exposição vai criar a sensação de que a tecnologia estará pronta para uso em breve. Contudo, Nicolelis prevê mais 20 anos antes de colocá-la em uso médico.


Fonte:  Leyberson Pedrosa - Portal EBC, com informações de BBC News, Walk Again Project e Facebook Miguel Nicolellis


Pipoca de microondas sem usar óleo

Vamos aprender fazer pipoca de microondas sem usar óleo?

Anotem essa dica que vai deixar sua pipoca mais saudável!
Em um recipiente alto que possa ir ao microondas, coloque 5 colheres (sopa) de milho para pipoca, 5 colheres (sopa) de água e sal . Misture bem, tampe com filme plástico e faça 4 furinhos para sair o vapor (use a pontinha de uma faca ou tesoura para isso).
Leve ao microondas em potência máxima. 
O ideal é que o recipiente seja de vidro porque o filme não vai aderir ao plástico e vai voar pipoca por todo o microondas.
E fique atenta, pois cada microondas é de um jeito e pode levar de 4 a 6 minutos para que todos os grãos virem pipoca.
Nada de óleo e muito mais saudável!
Perfeita para um filminho na sexta a noite!
Fonte: Paneloterapia.

sábado, 7 de junho de 2014

Projeto inovador promove 16 maneiras novas (e úteis!) de reutilizar uma garrafa

Não é de hoje que a Coca-Cola tem mostrado preocupação com seu principal ícone de marca: a garrafa. Uma das principais é o que fazer com as garrafas de plástico vazias do produto. Pois no Vietnã foi lançado o projeto 2nd Lives, que oferece uma série de ferramentas que, quando combinadas com a garrafa do refrigerante, ganham novas, divertidas e úteis funções.
São 16 novas vidas que podem ser dadas às garrafas, tais como: apontador, refil de shampoo, brinquedos infantis, arminha que joga água, halteres, spray e diversas outras opções extremamente úteis. Com isso, a ideia é minimizar o impacto do produto, pois o pós-consumo é altamente recomendado.
Afinal, quem não gostaria de ter uma dessas incríveis ferramentas?
Por Vicente Carvalho



Telhas solares que substituem painéis solares

O mercado da arquitetura sustentável esta em franca expansão, sempre com o aparecimento de novas tecnologias.Uma dessas novidades são as telhas solares que vem conquistando o público no quesito estética. Cada vez mais os fabricantes procuram unir a funcionalidade juntamente com a estética e é o que esta acontecendo no mercado de painéis solares. A rejeição do público aos modelos grandes e pesados dos painéis solares que acima de tudo prejudicavam a estética do telhados fez com que as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimorasssem suas tecnologias criando a Tegola Solare. Essa telha com componentes mais leves permitiu que a tecnologia solar fosse gradualmente incorporanda aos materiais tradicionais, com isso obteve-se ganhos de eficiência e estética. A Tegola Solare é uma telha cerâmica normal à qual foram embutidas quatro células fotovoltáicas. A montagem é feita como a de qualquer outro telhado e a superfície “solar” é adaptável às necessidades do utilizador já que o fabricante disponibiliza também o mesmo modelo em telhas “comuns”. Em caso de dano, apenas se substitui a telha, operação fácil e barata pela própria natureza modular do telhado tradicional. A fiação segue sob o telhado para o conversor. Segundo o fabricante, uma área de 40 m² gera cerca de 3kw de energia.

Um telhado que atenda a função adicional de fornecimento de energia renovável é uma opção a se considerar, você vai economizar uma boa quantia de dinheiro na conta de serviços de luz e gás. O investimento que pode parecer alto no início, é salvo depois de alguns meses de não pagamento de contas. No mercado existe uma variedade destas telhas solares que têm materiais que as tornam mais flexível e podem assumir qualquer forma. Um telhado completo, ou parcialmente coberto com estas telhas solares podem facilmente satisfazer as necessidades de energia de uma família.



Essas telhas são como os painéis solares são construídas para converter a luz solar em energia e manter a estética e a harmonia. Em Veneza, é onde a maioria dessas peças foram colocadas. Várias empresas americanas e européias têm desenvolvido vários modelos que permite ser instalado em qualquer telhado. Veneza é uma das principais cidades que já tem estes telhados solares. No entanto, eles ainda são mais caros do que os painéis convencionais e mais difíceis de encontrar instaladores isso na Europa quanto ao Brasil esperamos que essa tecnologia chegue o mais breve possível aqui, vai depender muito da sociedade civil cobrar dos seus governates uma política mais clara e sustentável com relação a matriz energética brasileira.
Fonte: EccaPlan.